6 de jul. de 2010

Biodiversidade e Ecossistemas Amazônicos

Revisando meus arquivos fotográficos encontrei um belo acervo dos momentos em que se desenrolava meu curso de pós-graduação em Belém. Um dos momentos mais inesquciveis em que tivemos lá foi com certeza durante as aulas de da disciplina Biodiversidade e ecossistemas amazônicos, com a Profª Drª Clara Ferreira. Fomos a campo para aprender ao melhor estilo "mão na massa" ou melhor "tapa a tapa", pois sofremos com a imensa quantidade de mosquitos na estação de pesquisa da área de várzea baixa, no campus da UFRA, mas o esforço recompensou. Durante a coleta de material pudemos conhecer o navio de pesquisa do IBAMA e ententer seu funcionamento e procedimentos de segurança em alto mar, além de termos visitado o tanque de criação e reprodução de pescado na UFRA e coletado amostra de água e PH nas águas rio guamá no campus da UFPA e logo após ter feito análises das amostras no laboratório de pesca da UFRA e no Instituto de Ciências Biológicas da Ufpa.

27 de jun. de 2010

Eco Góoc!!!

Goóc e Pelé unem-se pela preservação do Brasil
A Goóc tem agora como embaixador o rei Pelé, que vestiu a camisa da empresa em defesa do meio ambiente. Pelé ajudará na divulgação das ações do Projeto 2014, em que a Goóc busca tornar o Brasil referência mundial em sandálias de pneu reciclado. Com a iniciativa, a marca pretende atingir a marca de 20 milhões de pares vendidos de Eco Sandals (Sandálias Ecológicas) até o final de 2014, ano em que o Brasil sediará a Copa do Mundo e assim garantir que os pneus inutilizados tornem-se produtos bonitos e úteis, deixando de agredir o meio ambiente. Essa parceria entre Goóc e Pelé levará ainda, para todo o Brasil, a Campanha Retornável (Tenha uma Atitude 10!). Nessa campanha, os consumidores que levarem um par de sandálias de pneus Goóc usadas a um ponto de venda autorizado, irão ganhar uma ECOBAG na compra qualquer produto Goóc. Assim, a Goóc garante que seu produto também não vire lixo, mas retorne à cadeia produtiva. Todas as sandálias usadas serão recolhidas pela marca e levadas à fábrica, na Bahia para serem recicladas e tornarem-se novamente produtos úteis. É uma campanha inovadora no setor calçadista, pois traz o conceito de Retornável ao segmento. A borracha, por suas características, pode ser reciclada inúmeras vezes, ao contrário de outros materiais utilizados na fabricação de outros tipos de sandálias. Com isso, a Goóc renova o ciclo produtivo da Eco Sandal e garante uma produção sustentável. A marca objetiva com essas ações promover o consumo consciente entre os brasileiros e levar a Atitude 10 para o mundo. tenha uma Atitude 10!

20 de jun. de 2010

Cidadãos, não clientes

Por Fundação José Saramago Nós estamos a assistir ao que chamaria de morte do cidadão e, no seu lugar, o que temos, e cada vez mais, é o cliente. Agora já ninguém te pergunta o que pensas, agora perguntam-te que marca de carro, de roupa, de gravata tens, quanto ganhas… El Mundo, Madrid, 6 de Dezembro de 1998

5 de jun. de 2010

Príncipe Inglês agora é Geógrafo

O prícipe William da Inglaterra, filho de Diana e Herdeiro do trono, acaba de se formar em Geografia pela University of St. Andrews, na Escócia, onde começou a estudar em 2005. Mais uma importante pessoa no cenário mundial graduado em geografia.

13 de mai. de 2010

Benquerença a Bragança

De uma rica história, de um passado auréo de prosperidade e riquezas no Pará e na Amazônia de modo geral, Bragança ainda guarda como características mais marcantes a hospitalidade de seu povo, a tradição festiva, a religiosidade e para não esquecer, é claro, a famosa farinha d'agua conhecida até internacionalmente. Tem grandes atrativos naturais, como os grandes campos naturais, os imensos manguezais, as praias, tendo como principal a de ajuruteua e os inúmeros igarapés de água doce e fria que refrescam os ânimos de qualquer visitante.
Viver aqui com as peculiaridades do lugar, da vida simples, dos traços liguisticos não muito comuns graças as influências Européia, africana e indígena faz sentir um saldosismo dos tempos que se foram, sem porém desconsiderar os tempos bons que se achegam. Ao pensar, ver e vivenciar tudo isso sintimo-nos intensamente orgulhosos por ter sido privilegiados em receber de Deus um valioso presente, este "paraíso na terra". É verdade, Bragança soube em muito aproveitar as dádivas divinas e o conhecimento humano para fazer história, entretanto, nem tudo em um belo jardim são flores! Existem também ali espinhos, insetos, persevejos, lagartas e besouros presentes, mas camuflados ou de certo modo passando despecebidos na imensidão da beleza que se achega aos olhos. É assim que tenho percebido, visto, vivenciado no cotidiano Bragantino, o contrário do aproveitamento que tivemos com as dádivas das criações humanas, aquelas construidas no tempo histórico, o tempo do homem, diferentes das construções do tempo da natureza. Refiro-me à grande riqueza histórica cultural e arquitetônica que se perde a cada dia que passa em nossa cidade, e que em muito entristesse. Tenho visto o antigo vice-consulado português ir ao chão com as traças, baratas, besouros, ratos, e persevejos. A residência Aspásia resiste ao tempo com apoio de vigas de madeira, diferente de outros que ja foram ao chão, o prédio da casa da cultura em ruínas, o mercado municipal datado de 1911, o palacete Augusto Correa, sede do executivo municipal desativado, o prédio da escola Monsenhor Mâncio prestes a desabar, assim como o antigo hotel dos viajantes que resiste mostrando na paisagem um tempo que se foi, mas que permanesse até não se sabe quando mantido na faixada que ainda não desmoronou, vejo tudo indo e se perdendo em meio ao caos, acaso e descaso. Não bastasse a triste perda do ilustre mestre "Verequete" que deixou suas marcas que jamais se apagarão neste estado, que no entanto vem sendo esquecida ou nem foi lembrada nesses lados de cá, pois há quem não o tenha conhecido, ouvido e adimirado seu talento, tão pouco sabe que sua estrela brilhou primeiro nessas terras abençoadas, isso mesmo, o mestre é filho da terra, terra esta que fecha seus olhos ao espaço-tempo, a cultura-arte e a história-homem, deixando perder tudo o que de mais valioso temos aqui, a história e geografia local.

7 de mai. de 2010

Uma vergonha para o criador

Se bem utilizada, internet pode ajudar na escola

Sexta-feira, 07/05/2010, 16h27

Nem tudo na web é prejudicial ao aluno

Aos olhos de muitos pais e professores, internet e estudo nunca foram uma boa combinação. Bate-papos virtuais, sites de jogos online e outras "diversões" da rede são constantemente associados a notas e rendimento escolar baixos. Mas nem tudo na web é prejudicial ao aluno: diversos sites permitem que estudantes, de um jeito mais divertido, tenham contato com temas considerados difíceis em sala de aula. "A internet já é uma realidade em praticamente todas as casas e isso não pode ser ignorado. Se bem utilizada, pode ser uma ferramenta muito útil de auxílio ao aluno", afirma a pedagoga Aline Feijó. Ao navegar pela rede, crianças e adolescentes encontram um verdadeiro arsenal para auxiliar em pesquisas e trabalhos escolares. O Museu da Língua Portuguesa (museulinguaportuguesa.org.br), em São Paulo, traz em seu portal informações sobre exposições, fotos das dependências do local, além de textos que podem ajudar os estudantes na hora de fazer uma redação. Se a dúvida for sobre História do Brasil, a página do Museu Histórico Nacional (www.museuhistoriconacional.com.br), no Rio, possui amplo arquivo sobre fatos e acontecimentos relevantes da história do país. Para Bruno Engel, 11 anos, a internet é um poderoso aliado dos trabalhos solicitados por professores em sala de aula. Por isso, sempre que precisa se aprofundar mais sobre determinado assunto, recorre a sites de pesquisa como Google (www.google.com.br) e Wikipedia (www.wikipedia.org). Pesquisas na rede "É muito melhor do que pesquisar em jornais e revistas, que podem não falar sobre o assunto que eu preciso. A internet é mais rápida", explica. Além de ajudar o aluno, pais e professores também costumam recorrer ao Google para evitar que recursos com o copiar e colar sejam utilizados por estudantes. "Geralmente acompanho a pesquisa junto com meu filho. Mas mesmo assim, depois que ele termina, costumo jogar alguns trechos do texto no Google para ver se ele não copiou na íntegra, ao invés de apreender o sentido e fazer sua própria redação", revela Ana Cristina Fiedler, mãe de Bruno. Para estimular a criatividade, alguns sites apostam na interatividade para conquistar usuários mirins. É o caso da Máquina de quadrinhos (www.maquinadequadrinhos.com.br), que disponibiliza personagens da Turma da Mônica para que aspirantes a escritor possam desenvolver suas próprias histórias em quadrinho. Se o objetivo do aluno for saber um pouco mais sobre temas como ecologia, saúde, e ainda conhecer a realidade de comunidades de baixa renda, o site Cambitolândia é o endereço ideal. Com jogos, histórias e diversas atividades interativas, a página do personagem Cambito tem tudo para divertir - e ensinar - crianças e adolescentes. Consideradas as grandes vilãs pela maioria dos estudantes, matérias como Matemática, Física e Química podem ser aprendidas de um jeito mais divertido. O Ministério da Educação (http://rived.mec.gov.br/site_objeto_lis.php ) e a Escola do Futuro da USP (http://www.labvirt.fe.usp.br/indice.asp )criaram, em seus respectivos portais, jogos interativos que ensinam noções destas matérias aos estudantes. Apesar de tantos atrativos, a internet não deve ser utilizada sem um monitoramento de pais e professores. Estabelecer um limite máximo de horas passadas em frente à tela do computador é um dos maiores dilemas entre pais e filhos. "Apesar de sites divertidos e ferramentas de auxílio para pesquisas, a criança e o adolescente não podem esquecer-se de praticar um esporte, ler um livro e sair com os amigos. A internet deve ser apenas mais uma delas", afirma Aline. (O DIA)

24 de abr. de 2010

O que é ser geógrafo?

Geógrafos são os profissionais responsáveis por analisar, estudar, conhecer e descrever aspectos da superfície da Terra como o relevo, solo, clima, vegetação, recursos hídricos e também a distribuição das populações. Estudam as relações entre o meio e as comunidades que o habitam. Analisam dados sociais, culturais e políticos de determinados grupos populacionais em uma região ou país, informações que podem ser utilizadas para delimitação de territórios, planejamento de áreas urbanas, manejo dos recursos naturais, implantação de hidroelétricas, pólos industriais, estradas e outras obras que interferem no meio ambiente de maneira geral.

Quais as características necessárias para ser um geógrafo?

O Geógrafo deve ter boa memória e capacidade de raciocínio, para analisar e interpretar aspectos econômicos, físicos e sociais. Características desejáveis:

  • capacidade de análise
  • capacidade de comunicação
  • capacidade de observação
  • capacidade de síntese
  • curiosidade
  • facilidade para matemática
  • gosto pela pesquisa e pelos estudos
  • habilidade para escrever
  • habilidade para trabalhar em equipe
  • interesse pelas ciências
  • raciocínio abstrato desenvolvido
  • raciocínio espacial desenvolvido

Qual a formação necessária para ser um geógrafo?

Para exercer a profissão de geógrafo é necessário o diploma de curso superior em geografia. Pesquisadores e profissionais de planejamento precisam do diploma de bacharel, cursando apenas as matérias de formação especializada. Pós-graduação é requerida para pesquisadores e professores universitários e muito valiosa para profissionais do planejamento e cartografia. Professores de ensino fundamental e médio precisam da licenciatura que inclui, além das matérias normais, matérias pedagógicas como didática e prática de ensino. Principais atividades de um geógrafo Assim como as demais profissões ligadas à área de ciências básicas, os geógrafos podem exercer as atividades de professor universitário, professor escolar e pesquisador. Suas atividades incluem:

  • realizar estudos em institutos de pesquisa. Por meio de seus trabalhos, estudam a situação do meio ambiente e do país em relação ao desenvolvimento sustentável;
  • desenvolver programas de cursos a serem lecionados em escolas ou universidades;
  • dar aulas em cursos de graduação e pós-graduação e em escolas das redes pública e particular, escolas técnicas e cursos pré-vestibulares;
  • orientar alunos em suas teses nos cursos de mestrado e doutorado;
  • em atividades de cartografia, levantar informações sobre aspectos físicos de uma região - clima, solo, vegetação, relevo - para elaboração de mapas e cartas geográficas;
  • em atividades de planejamento, trabalhando em empresas ligadas à área de planejamento urbano, ou atuando junto a prefeituras, secretarias de meio ambiente, parques e institutos de estatística, como o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

Áreas de atuação e especialidades

  • Ensino: leciona no ensino fundamental, médio e superior.
  • Planejamento urbano: planeja o crescimento e desenvolvimento de uma determinada região ou município.
  • Geografia física: estuda os aspectos físicos da Terra, como clima, solo e vegetação.
  • Geografia humana: interpreta os dados sociais e econômicos de uma população. Planeja a ocupação de áreas urbanas e rurais.
  • Geopolítica: analisa a relação entre espaço geográfico e a organização econômica, política e social de uma região, país ou bloco de países.
  • Geoprocessamento: monta banco de dados sobre solo, relevo, recursos hídricos, vegetação, clima e densidade de ocupação de uma região com o objetivo de elaborar mapas e cartas geográficas.
  • Meio ambiente: estuda os ecossistemas e previne impactos ambientais causados pela ocupação de terrenos. Faz o manejo de bacias hidrográficas.
  • Planejamento territorial e urbano: organizar espaços urbanos ou rurais para a instalação de pólos industriais barragens e outras grandes obras. Estuda as tendências de desenvolvimento e planeja o crescimento socioeconômico de uma região.

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para geógrafos está apresentando algumas novas oportunidades com a crescente preocupação com o meio ambiente. Os concursos públicos em todo o país não são abundantes. Instituições que sofrem com a falta de profissionais muitas vezes abrem vagas com contrato temporário. O mercado para professores de ensino médio e fundamental está em crescimento, e há uma séria carência de professores de geografia, que ganham salários modestos. Estão em alta as áreas de consultoria ambiental e geoprocessamento (análise e combinação de dados por computador para confecção de mapas e organização de banco de dados). Hoje a lei ambiental é mais rigorosa e exige relatório de impacto ambiental (RIMA) para obras de grande porte, como rodovias, hidroelétricas e instalação de indústrias.

Curiosidades

No Brasil a historia dos geógrafos começou em 1808, quando a família real veio para a colônia e trouxe os engenheiros geógrafos, com o objetivo de estudar o território. A profissão começou a se fortalecer na década de 30, durante o governo de Getúlio Vargas, quando foram criados o Instituto Geográfico e Cartográfico (IGH), o Conselho Nacional de Geografia e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Em 1934 foi fundada a Associação dos Geógrafos Brasileiros(AGB) e se iniciavam os cursos de geografia e história na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP). No entanto, a profissão só foi regulamentada em 1979, pelo presidente João Baptista Figueiredo, durante o regime militar

19 de mar. de 2010

Educação Ambiental

A educação ambiental é antes de tudo educar uma visão de mundo e uma postura diante do mundo. quando falamos em educação ambiental estamos falando mais do que em ecologia, estamos falando de como o homem interfere na natureza e a transforma para sobreviver, para fazer cultura, para criar coisas, melhorar o seu conforto. No entanto a natureza reage a essa intervenção. Até que ponto vale a pena ou temos o direito de intervir, de modificar causando grandes transtornos a natureza? em beneficio de quem está isso? é uma questão ética, de valores, de limites e não só científica. temos que ter uma formação voltada para a ciência, mas também uma formação voltada para a humanidade. A educação ambiental envolve práticas, conteúdos conceituais, procedimentais, atitudinais e postura ética diante do mundo e das coisas.

8 de fev. de 2010

O Professor e a tecnologia

por Tarcísio costa ( Prof. ciso)
Desde sempre o homem sentiu necessidade de construir novos equipamentos e desenvolver novas técnicas que o possibilitasse poder de forma mais prática, precisa e constante poder usar os recursos de que dispunha dados pela natureza. Esta prática veio alterando o ambiente e provocando profundas transformações no espaço natural e na forma das sociedades se relacionarem. Com novos instrumentos e novas relações se estabelecendo novas necessidades surgiram e por conseguinte novas ferramentas foram desenvolvidas para suprir essas novas necessidades. Deste modo podemos citar, hoje, na moderna sociedade a tecnologia da informação que veio para suprir mais uma necessidade criada e a partir dela criar novas, que em especial alterou mais uma vez a forma como as pessoas se relacionam. É comum, principalmente entre jovens se ouvir algumas palavras mágicas da modernidade tecnológica tais como Windows, blog, MSN, space, post, link, Orkut, twitter e outros, isso é fruto de uma expansão das ferramentas tecnológicas que chegaram a um público maior, seja em casa, na escola, no trabalho ou mesmo numa lan house na primeira esquina após a porta de casa. Essa grande expansão tem democratizado a informação e o acesso ao conhecimento, sem contudo ter uma segurança e controle de que informação esses jovens realmente estão tento acesso em sua vida cotidiana, o que certamente pode levar a tecnologia a ser entendida ou encarada por muitos logo de cara como uma grande vilã, e, talvez, este seja um ponto que afaste em grande parte o público mais acostumado ou que viveu a geração “datilografia” ( sem nenhum preconceito no uso da palavra, aqui usada apenas por analogia) ter medo de encarar esta realidade e sentir a aversão a sentar em frente a um computador, por exemplo. De certo, as tecnologias nos influenciam, e em mais acentuado grau influenciam os jovens, pois são mais atrativas, trazem jogos, vídeos, mensagens, novas amizades, contatos, amigos distantes, imagens, paisagens exuberantes o que em grande parte ou em quase a totalidade se comparamos a escola, principalmente a pública, é o motivo e uma das causas pelo desestimulo ao estudo propriamente dito, pois quem é professor sabe quantas e quantas vezes já perguntou em sala de aula: “ onde está o Joãozinho?”, alguém na classe responde: “gazetou aula para jogar vídeo game professor”. A escola tem desses problemas, o professor enfrenta esses problemas, os pais e etc, todos convivemos nessa realidade, que assim como o homem desenvolveu novas técnicas para poder sobreviver e essas técnicas modificaram as relações, nós, principalmente professores podemos encarar e saber usar de modo correto e que possa ser instrumento para nosso trabalho e a educação de jovens, e aliás, uma educação atrativa e prazerosa que motive nossos alunos a pensar e saber fazer o correto uso das tecnologias. Mas para isso é preciso antes de tudo que superemos nosso medo desta tão temida ferramenta que é nossa amiga. amiga que temos e não aproveitamos, a tecnologia.